sexta-feira, 30 de agosto de 2013

ÚLTIMO RASCUNHO


Escrevo versos,
Rascunho novas poesias,
Com a grafia de quem esta por morrer.

Ardente em febres camonianas,
Acamado por dores latejantes,
Em delirante doença de amor.

E num eterno ultimo suspiro,
Sôfrego, traduzo literalmente,
Subjetivando ao mundo
o que um pobre moribundo  em vida,
Não conseguiu dizer.


"Esta poesia participou do Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte - 2012 promovido pela Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte".

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