quarta-feira, 11 de setembro de 2013

SONETO VIII

Te amei desde o primeiro comentário.
E agora, sem você a me corresponder,
Sou como um peixe fora do aquário
Que sem oxigênio não pode viver.

É certo que ao te ver, me faltou o chão,
As juras de amor e as palavras certas.
Mar de promessas, ondas de decepção,
Naufrágio de amor em nuvens espessas.

Sou pura agonia a viver das lembranças;
Do seu meigo semblante doce e calmo;
Seus beijos suaves e as finas mãos frias.

Sou puro amor que arde em esperanças,
A espera da mão salvadora no abismo.
Por teu corpo, teu ser, minhas carências.

(Eber Fonseca) 11/09/2013


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